Você é fodona

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“Você pode começar com nada e, do nada e da falta de caminho, surgirá um caminho” é uma das citações do livro, de Michael Bernard Beckwith, e praticamente resume o objetivo em te influenciar a tomar uma decisão mesmo que você acredite que não esteja preparado.

Sempre que começo um livro de autoajuda, ou qualquer livro, na verdade, pratico um pequeno exercício mental, que é quase como ficar pelada na frente de alguém. Consiste basicamente em imaginar que quem está sendo julgada sou eu, ao ler, e me livrar de preconceitos e pensamentos negativos, seja sobre o gênero do livro – nesse caso, da autoajuda, sabemos que é uma linha bem perseguida –, seja sobre o tema, o autor ou até sobre quem me indicou ou presenteou, que pode ter sido um grande amigo ou ser fruto de uma parceria com editora, que é o caso aqui. (Obrigada, Rocco! <3)

Eu simplesmente apago tudo, respiro fundo, e começo a ler como se fosse uma criança pegando um objeto desconhecido pela primeira vez na vida. Não é à toa que eu gosto tanto de ler… Só quando acabo o livro é que paro para analisar o que fixou, o que é mais do mesmo, o que mexeu comigo, por que etc… Costuma dar certo. Termino a experiência leve, muito mais inclinada a acreditar nas minhas considerações do que se tivesse começado a ler cheia de certezas.

O curioso é que, ainda que voltado para outro motivo, boa parte do livro Você é fodona, de Jen Sincero, fala disso. Das nossas crenças limitantes, preconceitos, de tudo aquilo que a gente foi escutando ao longo da vida e imputando na nossa realidade, nas nossas vidas e nas nossas decisões.

Leia a resenha na íntegra no site Cheiro de Livro