Diário da Vivi

Sonho #1

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Do lado de fora só tinha o mar.

No início eu tava no meu próprio apartamento e depois virou um consultório médico de um prédio super alto que eu trabalhei em 2006. No final era um hotel bizarro, enorme e cheio de detalhes medievais.

Mas o que eu vi no mar foi o que me deu frio na barriga. Dragões. Três dragões. Um vermelho, um verde e um azul. o.O Não eram dragões de desenho animado. Eram opressivos, coisa séria. E do nada um filhote foi parar dentro do apartamento/consultório/hotel. E assim que os dragões perceberam a gente tava frito. Eu falo ‘a gente’ porque eu não tava sozinha. Mas não lembro quem tava comigo.

A gente tinha que dar um jeito de distrair os dragões enquanto levávamos o filhote – depois tinham dois filhotes – para baixo, pelo elevador, pela janela ou jogando para o andar de baixo. Eu fiz tudo isso. Ao mesmo tempo e em momentos diferentes, não dá para explicar. Mas quando os filhotes de dragão caíram lá embaixo, eles atingiram um lixão e ficaram presos. Não puderam sair sozinhos. Ou seja, os dragões adultos continuaram sentindo o cheiro dos filhotes e vieram nos atacar. A gente correu.

Quando chegamos no jardim, do lado de fora do hotel, tinha uma espécie de ancoradouro para quem viesse de barco pelo mar. Pegamos os filhotes do lixo e demos o fora dali correndo, tentando se equilibrar por conta da tremedeira do chão. Os dragões estavam jogando bolas de alguma coisa sólida contra o hotel. A gente se desviou de todas elas e finalmente chegou nessa área que o mar batia contra uma estrutura do hotel, próximo ao lobby.

Os filhotes gemiam e gritavam assustados. Tratamos de colocá-los na água assim que possível. Os dragões adultos vieram contornando o hotel até os dragõezinhos e assim que viram que estavam em segurança foram embora.

O grupo que estava comigo foi embora e um amigo chamou para eu ir com eles, mas eu tinha uma filmadora na mão. Tinha filmado tudo, mas isso não importava mais, porque nesse momento eu tinha outras coisas mais importantes para fazer.

– Não posso ir agora – falei. – Vou ficar aqui mais um pouco… preciso terminar de filmar o hotel para mostrar pra minha mãe.

E foi isso que eu fiz. Filmei o hotel inteiro.

Quando cheguei na parte dos brinquedos – tinha um tobogã e tudo – o despertador tocou.

 

Ps. Resolvi escrever meus sonhos sempre que possível… é um exercício para a mente e para a escrita. Nem sempre vai ter início, meio e fim como esse ou fazer tanto sentido, mas acho que vale a pena registrar. Eu não precisaria compartilhá-los, mas achei que a ideia seria legal para quem quiser tentar. =D

Au revoir!

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