Diário da Vivi

Papos de Sexta: Ler hipnotiza

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Quando eu era pequena achava que tudo que tinha a ver com hipnose vinha de um reloginho balançando de um lado para o outro. É provável que eu tenha visto isso em algum desenho animado e a imagem ficou. De qualquer forma, estava claro para mim que hipnotizar alguém era mexer com o estado de concentração da pessoa. Sim, sou super inteligente e já sabia o que significava a palavra hipnose e concentração aos cinco anos. 😉

Sempre fui apaixonada pelo assunto. Talvez não o suficiente, porque, afinal, decidi fazer jornalismo, mas o amor pela mente, pelos estados da consciência e pelos sonhos sempre existiu, rs. Freud, Einstein, Oscar Wilde e muitos outros, rs, acreditavam em hipnose, então eu também acredito. 😛

Não é tão difícil comprovar a teoria e é por isso — além de homenagear o dia do escritor (25/07) — que resolvi escrever sobre isso na coluna de hoje. Da forma mais humilde e despretensiosa possível, é claro. Na verdade, o que vou dizer não é nenhum segredo. É até óbvio. Mas resolvi compartilhar mesmo assim.

Por definição, hipnose é indução do transe, um estado em que a mente fica relaxada, porém consciente. O sensor que é inibido pelo estado da consciência normal passa a compreender com mais afinco os detalhes ao redor. Em outras palavras, a pessoa que é hipnotizada fica mais sensível e repara em coisas que até então a mente não tinha oferecido a atenção devida.

Isso não te lembra de nada não?

Veja o restante da coluna no blog da Galera Record e comente! 😉 

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