Livros de janeiro 2012

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Resolvi contar um pouquinho sobre os livros que li este mês. Veja bem, não são resenhas, apenas uma brincadeira aí para ilustrar o que achei de cada um. #^.^#

 

Azincourt, de Bernard Cornwell

Quem me conhece sabe que eu pago pau – desculpe o francês – para esse cara! O maluco é simplesmente magistral! Quem conhece os livros do autor sabe que a narrativa é de tirar o fôlego e a pesquisa, no mínimo, honrosa. Para quem não sabe… Cornwell é inglês, mas vive nos EUA desde 1979, e é um p*** pesquisador da época medieval! Você não lê apenas um livro dele, você aprende história. Fenomenal! Azincourt não é diferente das outras obras. A fórmula que ele costuma usar é simples e objetiva. Nesse caso, o personagem principal é mais um apoio à história e à guerra, que é a protagonista. E o autor é tão fenomenal narrando em terceira pessoa como é quando usa o formato em primeira. AMEI! Quero o filme. 😉

 

 

 

 

Sr. Ardiloso Cortês: Dias sombrios, de Derek Landy

Mesmo para quem não gosta do estilo aventuresco da fantasia não vai deixar de se divertir. É engraçado, fácil de ler, gostoso e único! É mesmo um livro que tem tudo a ver com Tim Burton e Johnny Depp (risos)! Se fizerem mesmo o filme baseado no primeiro livro… vou surtar! Ah, é! Esqueci de comentar! Esse é o terceiro da série, mas como foi um trabalho não deu tempo de ler os dois primeiros, infelizmente. Mas já estão na minha listinha de leitura!

 

 

 

O castelo, de Franz Kafka

O que eu vou dizer é apenas uma constatação e não significa que não se aplica também a mim: Franz Kafka não é para qualquer um. Não é só uma questão de entendimento, compreensão da história ou da narrativa de uma pessoa, bem, digamos, perturbada. Aplica-se aqui a capacidade do leitor de visualizar os traços irônicos e a atração do autor pelo realismo. As conversas entre as pessoas chegam a ser surreais de tão ‘expostas’. É como ler um diálogo entre o Mad Hatter e qualquer pessoa tão insana quanto ele em todos os personagens do livro. A gente não sabe muito o que esperar de nada… E uma frase – do próprio autor – que define demais esse livro é: “Alguns livros funcionam como uma chave para as salas desconhecidas do nosso próprio castelo”.