Diário da Vivi

Crítica MIB³ – Homens de Preto 3

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Caprichado

AHHHH… sensação de dever cumprido! A-D-O-R-E-I! Sou completamente suspeita… sou doida pelos filmes! O segundo não foi melhor que o primeiro, mas também não foi essa coisa ruim que dizem por aí. O roteiro é muito bom, mas foi executado para girar mais em torno da comédia do que na aventura em si – mesma coisa que aconteceu com Piratas do Caribe II, por exemplo. Quando alguma coisa que fez o pessoal rir no primeiro é jogado em evidência no segundo só para ver se o filme dá mais certo. Besteira. Não precisava disso. Mas eu sou fã. Sou apaixonada pelo primeiro, gostei do segundo e estava esperando MUITO pelo terceiro!

E ele veio… para surpreender!

MIB³ – Homens de Preto III tem uma trama até bem simples: um maluco muito feio chamado Boris – (Jemaine Clement) caricato de um jeito aceitável – foge da prisão lunar e consegue voltar no tempo com a intenção de matar o Agente K (Tommy Lee Jones) – responsável por sua prisão em primeiro lugar e por ter arrancado um de seus braços. Maravilha! Sobra pra quem? Pro Agente J (Will Smith) consertar a história toda. Ele precisa voltar no tempo e se encontrar com seu parceiro antes que seja morto pelo vilão.

Não dá para cansar das piadas do Will – tenho intimidade. Ele tem aquele jeito que todo mundo já conhece e dispensa anotações, mas tirando seus improvisos que são bem comuns, o escritor Etan Cohen que trouxe tudo isso pra gente merece destaque e não esqueçamos do criador Lowell Cunningham, pois sem ele nadica disso teríamos!

As tiradas dos anos 1960 são espetaculares! Aliás, a melhor parte do filme é essa! E um final surpreendente embora o tempo inteiro haja dicas popando para você alcançar o raciocínio antes ou ao mesmo tempo em que o filme revela – cabe a você destacá-los. Muito bacana e totalmente louvável. Não foi nada forçado. A-M-E-I! Muito boa a direção de Barry Sonnenfeld que soube aproveitar o ‘momento’!

É sempre bom quando uma franquia mantém o diretor, o produtor e o roteirista. Os principais, pelo menos. A história do segundo filme foi escrita por Robert Gordon, por quem tenho grande admiração pelo trabalho de roteiro no filme Heróis Fora de Órbita (Galaxy Quest, 1999), embora a história seja de David Howard. No entanto, Gordon conseguiu captar a nerdice como um verdadeiro nerd. E essa mesma essência está lá no MIIB – Homens de Preto II que o pessoal torceu o nariz.

Um dos escritores do primeiro Ed Solomon não voltou mais para a franquia, mas não sei até que ponto isso fez a diferença que o pessoal busca para justificar a mudança de um filme para o outro, talvez toda, rs. 😛 Já MIB³ contou com a ajuda de Etan Cohen – bate palmas!!! – que fez o roteiro de Trovão Tropical que se não é sensacional é de outro mundo de tão bom que é! CLAP CLAP! Se ainda não viram não sabem o que estão perdendo!

É isso!

A sensação de “poderia ser melhor? talvez” fica no ar quando os créditos sobem, mas o trabalho foi cumprido e o fã agradece! 😉

4 thoughts on “Crítica MIB³ – Homens de Preto 3

  1. Poxa, Vivi… vou te falar que achei esse terceiro filme fraco. Não me empolgou, sério. É melhor que o segundo, mas nenhum dos dois supera o primeiro.

    Acho que o segundo e o terceiro não possuem aquela “vibe” que as “surpresas” da história teve no primeiro, assunto que podia ser bem mais explorado nas sequências. A plotline é ótima (inclusive, ideia do próprio Will Smith), mas a execução podia ser mais elaborada.

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