Diário da Vivi

Crítica A invenção de Hugo Cabret

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Quando terminei de ver o filme só conseguia pensar em uma coisa: Sonhos!

Ideal

A invenção de Hugo Cabret (Hugo, 2011) é um filme lindo! O fantasma da expectativa não estragou quaisquer atitudes que eu viesse a manifestar, independente de sua indicação ao Oscar e Martin Scorcese assinando a direção. E apesar das críticas positivas que eu já tinha lido/escutado, nada poderia ter me preparado para uma história mágica como essa sobre o passado, as mudanças do tempo e o reconhecimento. Merece 5 diários!

O filme, adaptação do livro de Brian Selznick, conta a história de um menino órfão (Asa Butterfield) que ao perder o pai (Jude Law) vai morar numa estação de trem com o tio bêbado, responsável por manter os relógios da estação funcionando – que não dura nem 10 minutos de cena -, e embarca numa aventura que envolve o pai, um boneco mecânico, uma chave com formato de coração, uma menina, desenhos misteriosos e passados enterrados em uma Paris dos anos 1930.  

Ao cruzar com George (Ben Kingsley), um homem que trabalha na estação de trem, e Isabelle (Chloë Moretz), afilhada dele, é que sua aventura realmente começa e não apenas por conseguir consertar o autômato, mas pelo fato de consertar coisas perdidas nele mesmo e nos outros que estavam esquecidas, e foi por esse motivo que me apaixonei pelo filme.

Além da beleza da fotografia, dos efeitos visuais e do som, acho que a maneira como Scorcese encontra de narrar o filme é – simples assim – uma homenagem ao cinema (e pensar que Scorcese queria ser padre! o.O), sua importância e analogia com os sonhos, onde eles podem sim se tornar realidade. É pura poesia.

A história tem muitos personagens e concordo que muitos deles sejam chatos (cof cof Sacha Baron Cohen), mas acredito cegamente que sem eles a experiência teria sido outra. Como na vida temos pessoas que gostamos e que não gostamos, mas que sem elas nada faria muito sentido. 😉

Conclusão: A invenção de Hugo Cabret é sobre o tempo e o passado, a importância que damos a eles chegando até a nos privar de certas atitudes em virtude do que foi e do que poderia ter sido. A gente perde tanto tempo pensando nas coisas ruins que congelamos nessa posição de acreditar que só pode ser desse jeito e paramos de viver de fato. E, quase sempre, precisamos de um Hugo Cabret para nos fazer enxergar as possibilidades. Lindo demais!

4 thoughts on “Crítica A invenção de Hugo Cabret

      • Vivi,
        Se puder, leia o livro sim. As ilustrações são a coisa mais linda! É o tipo de desenho que eu gosto.
        Eu nem pretendia ler o livro, mas passei na Fnac outro dia e ele estava numa estante de destaque. Por curiosidade peguei o livro na mão e comecei a ler. Quando vi, já estava na página 60. Bom, fui obrigada a levar o livro para casa, né?? hehehe
        beijos
        Camis – Leitora Compulsiva

  1. Vivi, eu ainda não tive a oportunidade de ver o filme, mas li o livro no qual ele foi baseado e me encantei pela história! Pelas imagens do filme que vi em trailers e na televisão, é idêntico às ilustrações originais =D Quero muito conferir o filme ^^

    Beijos, Nanie – Nanie’s World

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