Uma semana de férias em Recife e Fernando de Noronha me ensinou muito mais do que eu poderia imaginar.
O descanso físico não foi possível, mas o mental serviu como um estrogonofe quentinho no final de uma tarde de frio! Delícia! Foi simplesmente a melhor coisa que eu fiz em 2012!
Foi uma viagem tão boa que eu me sinto até culpada por ter aproveitado tanto. Experiências únicas e memoráveis! Viajar é tão bom… que eu só não troco a escrita pela vida de turismo porque não vivo de renda, infelizmente. Se eu ainda pudesse levar os frilas numa boa para as viagens… mas não dá. :/ De qualquer forma, o dia que eu ganhar na MegaSena, peço desculpas aos intelectuais de plantão, mas deixo tudo pra viajar o mundo inteiro sem preocupações de trabalho ou cursos. E depois ainda escrevo sobre as experiências por aí… no mundo afora, rs. Pelo menos vou escrever! hihihihi
E como ainda não chegou a hora de fazer isso, não posso escrever sobre essa semana maravilhosa que tive em Pernambuco por falta de tempo mesmo. (Se você tiver interessado em infos de viagem para lá mande e-mail para vivi@vivimaurey.com.br e eu terei prazer em ajudar, se eu souber responder) Vim dar uma geral no assunto e dizer que estou de volta – e de volta mesmo!!! Escrevi três capítulos de 7 páginas cada, só ontem! O dia todo sentada na cadeira de frente pro snowbook foi cansativo, mas me fez me sentir de volta em casa.
Já fiz o sorteio do Kit Um Homem de Sorte e segunda-feira, praticamente o dia inteiro, fiquei subindo as fotos da viagem para o Facebook e algumas pro twitter, enquanto resolvia pendências caseiras e de rua.
É estranho pensar no tempo que a gente ‘perde’ escrevendo….porque simplesmente não consigo sentir. Começo às 8h da madrugada e vou embora; almoço de frente pro computador e paro para ir ao banheiro com sentimento de culpa, e quando vejo são 19h!! o.O E aí não deu tempo de marcar médicos, resolver pendências de banco, lavar a louça, arrumar o quarto, ligar para as pessoas e saber como elas estão (ah! para isso existe o twitter e o facebook, né? rs)
A questão é que eu fico presa nesse outro mundo que eu to ‘criando’ e não deixa de ser um sacrifício que faço para ter um sonho realizado. A vida de escritor não é esse glamour todo que nego fala e pensa. É uma profissão como qualquer outra e os sacrifícios são os mesmos, praticamente. A gente deixa de fazer as coisas que precisa fazer para trabalhar e isso é normal. Na minha opinião…
Eu to feliz, pipow! É isso que importa! Os dias lá em Noronha serviram para eu repensar muita coisa e organizar as ideias que eu nem sabia que estavam confusas. É poético. Quando você tem uma mãe como a minha… você aprende a viver da única maneira que deveria existir. A melhor. Obrigada, mãe… por mais uma experiência inexoravelmente perfeita!
Au revoir!
Veja abaixo algumas fotos de Noronha e Recife.


















